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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Ai que saudades...

Começo hoje aqui uma série de filmes, fotografias e/ou apenas referências do meu tempo de meninice e juventude.

 

A Família Prudêncio é o meu primeiro exemplo. Publicidade bem feita a preto e branco.

 

Agradecimento ao Serviço de Medicina 1 A do HSM

 

Ao fim de 3 semanas de internamento, um familiar muito próximo teve, finalmente, hoje alta médica. Durante o tempo de tratamento, este familiar teve sempre visitas. E assim pude ser testemunha do que a seguir vou relatar.

 

Todo o pessoal sem excepção do Serviço de Medicina 1 A – 6º andar foi de um profissionalismo, de um carinho, de uma entrega digna de relevo. Nada faltou ao doente: cuidados médicos permanentes, asseio, carinho, muita atenção e acima de tudo competência.

 

Poderia serenamente escrever tudo isto focando unicamente a situação deste meu familiar. Mas justiça seja feita a toda a equipa do Serviço, pois aquela postura via-a ser aplicada a todos os doentes fossem eles de que sexo fossem, independentemente do seu estado clínico em que se encontravam.

 

Face ao que vi, venho desta forma publicamente agradecer a todos os profissionais daquele serviço do Hospital, nomeadamente: médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, maqueiros, voluntários... todos trabalham para darem aos doentes o melhor conforto e tratamento.

 

Não refiro qualquer nome para não ferir susceptibilidades.

 

Finalizo com uma expressão bem beirã, província do doente:

Bem-hajam a todos.

 


Os Clássicos que li - II

Como já referi no texto anterior estou de "molho". Assim estou com tempo para me dedicar à leitura.

 

Quero com isto dizer que acabei hoje mesmo mais um "clássico". A "Leste do Paraíso" de John Steinbeck tal como tinha prometido.

 

Uma obra notável que lançou James Dean para a ribalta da 7ª arte.

 

A Leste do Paraíso é uma obra notável. A história de duas famílias que partilham vidas e mortes, dúvidas e incertezas, alegrias e agruras, é-nos descrita duma forma quase mordaz por Steinbeck.

 

A leitura torna-se quase viciante e somos muitas vezes confrontados com os nossos próprios medos. O bem o mal surgem neste livro coexistindo pacificamente como se fossem faces diferentes duma mesma moeda. Quem diria?

 

Em "Desafio... aceite!" assumi a leitura de um livro por mês. Ainda Fevereiro não acabou e já vou começar o terceiro livro.

A escolha recaíu em "Nana" de Émile Zola (o escritor francês que Eça tentou copiar, para melhor!!)

 

 

 

E agora que faço?

Um síndroma de surdês súbita atirou-me para casa por 4 longas semanas .

 

Posso escrever, ler, conduzir (pouco), caminhar devagar... e não fazer esforços.

 

Mas tendo em conta a minha maneira de estar na vida tudo aquilo vai ocupar muito pouco o meu tempo, daqui por diante. Sou naturalmente proactivo e não passivo, frenético e não amorfo.

 

Durante 30 dias vou ter que reformular toda a minha estrutura diária. Passarei naturalmente a escrever aqui mais vezes.

 

Espero não dar em doido com esta prisão forçada.

 

A ver vamos!

Um bom árbitro?

Eu como sportinguista assumido tenho muitas vezes razões de queixa das (más) arbitragens que se vêem por esses campos fora, sendo o Sporting obviamente o mais prejudicado.

 

Todavia a noite passada o meu Sporting foi beneficiado por uma grande penalidade que não se marcou contra o Paços de Ferreira.

O autogolo marcado por um jogador dos “castores”  de nome Ricardo, e que foi validado pelo árbitro não o devia ter sido, pois o jogador empurrou a bola para dentro da baliza com o braço. Ora diz o International Board que dentro da grande área qualquer falta deve ser assinalada independentemente do resultado dessa acção, não podendo o juiz de campo optar pela controversa "lei da Vantagem".

 

Assim, se o árbitro tem parado o jogo e assinalado a grande penalidade, provavelmente o resultado seria o zero a zero no final da partida.

 

Como se pode intuir, o árbitro nem sempre é mau… e eu tenho de me conter nas observações que costumo fazer contra os árbitros portugueses.

 

Um caso de famílias...

Sexta Feira.

9 horas da noite.

TVI.

A reportagem sugeria novidades sobre os elementos da família Esperança. Quem os conheciam, como se comportavam, como conviviam, numa tentativa de antever nalguns actos corriqueiros a tragédia que assolou a pacata cidade de Beja.

 

Todavia as respostas apresentadas na reportagem tendiam sempre no mesmo sentido: era uma família normal.

 

Ora durante este fim de semana fiquei a matutar naquelas declarações e acabei por me perguntar o que seria uma família normal?

 

Senão vejamos:

 

O Francisco Esperança já cumprira alguns anos de prisão por desfalque numa instituição bancária onde fora empregado. A filha estivera detida por desviar cerca de seis mil euros para além de duas tentatativas frustadas de suicídio.

Haverá suspeitas de que a neta, não seria neta mas sim filha de Francisco Esperança indiciando um acto de horrível incesto.

E a mãe defendia todos eles, sendo assim conivente com os actos.

 

Esta era então uma família normal aos olhos dos Bejenses? 

 

Concluo assim que em Beja quem rouba, desvia, incesta e/ou se tenta suicidar está perfeitamente dentro dos parâmetros aceitáveis para a sociedade daquela capital Alentejana.

 

Então ainda bem que a minha família é anormal...

A lucidez de um louco

O suicídio do homem que matou tudo o que tinha vida em casa, principalmente a família e o cão e o gato, veio abrir um vazio para os jornais e televisões.

Já ontem vi e ouvi a Judite de Sousa entrevistar um psiquiatra na televisão sobre o que levara um tipo a cometer tais actos hediondos. E ainda estávamos no início da saga…

Hoje a notícia deve ter caído nas redacções dos jornais e das tv’s como uma bomba indesejada: O homem havia-se enforcado com lençóis, na cela para onde fora enviado pelo juiz.

A morte deste assassino, antes de qualquer julgamento, poupou milhões de euros ao Estado. Retirou também tema às televisões e jornais, sempre tão ávidos de sangue, mas descansou um país.

Finalmente um louco teve um momento de lucidez…

 

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