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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

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Alunos versus professores



As (más) relações entre professores e alunos voltaram infelizmente a entrar na ordem do dia. Esta semana uma aluna violentou a professora de Educação Visual e Tecnológica a tal ponto que esta teve de ser assistida no hospital. Uma situação que se tem vindo a repetir com maior ou menor frequência dependendo da divulgação dos jornais ou das televisões.


Temos finalmente de assumir que estamos perante um problema da sociedade, sobre o qual ainda ninguém se debruçou atentamente de forma a minimizar estas situações que não beneficiam alunos, pais e professores.


No tempo em que andei pelos bancos da escola, as professoras primárias usavam e abusavam duma autoridade e prepotência que sempre achei demasiada e “malhavam” nos alunos por tudo e por nada. Era o tempo das reguadas. Hoje, quarenta anos passados acontece precisamente o contrário, colocando em causa um grupo de técnicos muito importantes e responsáveis pela educação e formação dos nossos descendentes.


Não bastava uma Ministra arrogante e quase autista, para surgir com uma frequência inusitada relatos de alunos a sovar brutalmente professoras. Há que colocar um ponto final nesta evidência. Custe o que custar…


Naturalmente que cabe aos pais e encarregados de educação a responsabilidade de educar os seus filhos e educandos. Porém sabemos que muitas crianças são deixadas todo o dia sozinhas entregues a irmãos mais velhos, a vizinhos ou amigos que nada contribuem para a sua formação. Assim é natural que os alunos apareçam na escola destituídos de quaisquer valores. E, passa por caber na maioria das vezes, aos professores, a função de educar alguém que não está minimamente preparado para adquirir esses ensinamentos.


Mas o pior é que a justiça para estes jovens não é exemplar nem mesmo inibidora de que mais alguém faça o mesmo. O crime compensa…


É tempo de alguém assumir este problema e buscar formas de o erradicar duma vez por todas da nossa sociedade. Criam-se comissões por tudo e por nada, emanam-se despachos e portarias por “dá cá aquela palha” e ninguém do Ministério da Educação teve a coragem de pegar nestes maus exemplos e resolve-los duma vez por todas.


Um destes dias vamos acabar por assistir ao linchamento de algum professor em plena escola e depois quero saber quem vai ser responsabilizado por esse acto. O Ministério tem a obrigação de dar aos professores todas as condições para que eles ministrem as aulas aos alunos. E estes devem ser responsabilizados pelas suas atitudes independentemente da idade.


O vídeo da aluna a tentar retirar o telemóvel à professora foi na altura muito falado e demasiado visto nas televisões, mas pouco se soube sobre as consequências para a rapariga, do seu acto. Neste, como noutros casos a aplicação da justiça não pode ser semelhante à exarada pelos tribunais comuns, porque na maioria das vezes a idade obriga-os a ficar impunes. Tem de se conceber mecanismos que abranjam este tipo de criminalidade (porque é de um crime que se trata) para que estes jamais se repitam.


A bem da nossa educação e dos nossos filhos.



Artigo de opinião publicado na Revista "o Alviela" em 26 de Março de 2009



José Mourinho - Doutor Honoris Causa

Assumo aqui publicamente que aprecio a postura e a maneira de ser de José Mourinho. Em Portugal, ou seja por inveja, dor de corno, ou pura e simplesmente por incompetência de alguns portugueses, chamam-no de arrogante, mal educado, prepotente e outros epítetos. Mas eu concordo com a maneira de ser dele.

Porém JM é já uma referência no futebol internacional. E talvez por isso quis a FMH (Faculdade de Motricidade Humana), onde Mourinho se licenciou, homenagear o melhor treinador português e quer queiram quer não um dos melhores (se não o melhor) do mundo.



Porém poucos são os jornais de hoje que falam desta homenagem. Sabe-se lá porquê...



Pelo contrário, quando o treinador do Inter de Milão foi condenado a pagar uma multa por declarações proferidas, então já valeu a pena colocar Mourinho na primeira página. Mas se JM se chamasse Manuel José, Humberto Coelho ou Nelo Vingada usavam da letra mais garrafal para o distinguir na primeira página.



Considero que é um prémio justo, entregue a alguém que leva o nome de Portugal para além das fronteiras. JM "obrigou-me" a gostar do Chelsea e a seguir atentamente e a sofrer com os jogos do clube de Stamford Bridge. Hoje pisco o olho ao Inter com alguma simpatia, mas não mais que isso. Porém desejo toda a sorte do mundo a JM.



Portugal necessita e muito de gente assim: confiante, combativa, tenaz e sempre pronta para aceitar desafios.



Agora que estamos perto de mais eleições proclamo: JM a primeiro ministro!

Um ano já passado

Um ano já passou desde que iniciámos este roteiro.

Jamais pensei que um blogue fosse algo que me desse tanto prazer. Aqui escrevo o que me apetece, com o tamanho que quero e sem me preocupar com os temas.

Há quem, nestas coisas, goste de estatísticas e números. Eu prefiro as letras...

Só espero que daqui a um ano ainda coloque aqui os meus pensamentos.

E que mais gente os leia e comente. Já é só o que falta. Comentadores...

Mesmo que digam mal.

A todos os que têm a paciência para ler estas fantochadas o meu obrigado. Para a MCM um agradecimento profundo pela amizade e pela força. À Joana G. pelo estímulo. Ao Bacalhau pelos comentários. E a tanta gente incógnita que por aqui vai passando. Ah, não esqueço também o Januário M., ilustre amigo que gostaria de ver noutros voos.

Bem-hajam a todos e se tudo correr bem até para o ano.

A queda de um edifício

Caíu em Colónia, Alemanha, um edifício onde se encontrava em enorme espólio de documentação com elevado valor histórico e cultural.

Segundo as notícias que pude ler, este prédio ruíu devido às obras do metro que lhe retiraram sustentabilidade. Um erro tecnico!

Não venho aqui fazer nenhuma critica ao acontecimento, porém imagino o que seria deste país se isso acontecesse em Portugal. As comissões que se criariam para descobrir os culpados. Os grupos de trabalho organizados para perceber o que aconteceu. O desviar das atenções para outros problemas evitando que se falasse do caso. A demissão de um Ministro, não "vá o Diabo tecê-las". Os debates na televisão prevendo que todos os edifícios de Portugal sofrem do mesmo problema. Etc., etc., etc.

Neste rectangulo vemos o acidente, gostamos de dar uns palpites mas jamais nos predispomos a arranjar soluções para os problemas.

É muito mais fácil e cómodo.

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