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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Breves relatos de uma viagem VII

Roma - Lisboa

A última manhã foi aproveitada para rever alguns monumentos e para passear onde a noite fora rainha. Regressei à Plaza Venezia, visitei o Panteão, revi a Fontana de Trevi, subi as escadarias na Praça de Espanha, calcorreei ruas repletas de lojas luxuosas. Na Plazza Navona após um belo almoço (novamente pizza) soboreei um tartufo, gelado de chocolate, que me soube divinalmente. Não sei se foi do lugar, ou das pessoas que passeavam, procurando nas telas expostas a pintura mais de acordo om o seu próprio gosto. Ou seria da vontade de regressar a casa após uma semana de correria. Ou talvez tudo junto...
O S. Pietro in Vincoli, a Santa Maria Maggiore, o Circo Massimo foram as últimas referencias que eu guardei de Roma. Uma cidade à altura dos seus pergaminhos e muito acima das espectativas. Prometi claramente voltar, pois jamais se pode sentir uma cidade em dois dias. Pena é que o povo não se mostre tão acolhedor como as cidades e os locais de visita. Não fosse isso e a Itália seria quase perfeita....


Breves relatos de uma viagem VI

Pompeia - Nápoles

Saímos de Roma com destino a Pompeia pelas 5 da manhã. A auto-estrada estava calma de movimento e assim era ainda cedo quando chegámos a Pompeia. Esta cidade romana atapetada pelas cinzas do Vesúvio serviu acima de tudo para perceber a vida dos romanos à época. Tudo ali se percebe: as ruas, as casas, o mercado, o ginásio, as lojas... Uma visita aos primórdios de uma civilização interventiva e importante.
Segui-se para Nápoles. A terceira cidade de Itália deu a ideia de estarmos num país fora da Europa. O trãnsito caótico, motorizadas de duas pessoas carregavam a família inteira entalados entre pai e mãe, sem capacete ou outra protecção. As passadeiras não servem para dar passagem. Estão ali a fazer figura de corpo presente mesmo com sinais luminosos. Porém o povo é simpático e descontraído. Do alto do castelo de S. Elmo, uma panorâmica espectyacular sobre a cidade e as ilhas de Capri e Ichia. Tudo com o beneplácito do Vesúvio que em silêncio vai atemorizando as pesoas. Regresso a Roma. A noite está convidativa mas o cansaço é maior. O dia foi mesmo grande...



Breves relatos de uma viagem V

ROMA - A cidade eterna

Começámos o dia bem! Pelo Vaticano e o seu museu. Mas a tão esperada visita à Capela Sinista foi o momento alto. Dava vontade de ficar ali eternamente mirando, remirando todas aquelas pinturas e aquelas figuras e o que elas representam. Não compro essa ideia do Código que o pintor Miguel Angelo terá escondido por detrás dos desenhos. Mas que a sala esmaga-nos com a sua beleza, isso é verdade!
Depois a Basílica  de S. Pedro. Outra grande obra e de uma beleza assombrosa.
O tempo está bom nem muito calor, nem muito frio, convidativo a uma passeata após o almoço pela cidade Eterna. O Forum, o cloiseu o Arco do Triunfo, o monumentalidade do palácio de Victor Emanuelle II na sua brancura que até dói, o teatro Marcelo, o rio Tibre e o seu bairro tão característico: o Trastevere. Assim um género de Quartier Latin em Paris ou Bairro Gótico em Barcelona.
Regresso ao hotel ao inicio da noite que o dia seguinte vai trazer uma jornada bem longa...



Breves relatos de uma viagem IV

Florença- Roma

A cidade mostrou-se em toda a sua plenitude. Até na chuva que ao fim da tarde, principio da noite caíu com intensidade. O Duomo, o baptistério, a Ponte Vechio, a praça Miguel Angelo, a Galeria da Academia onde pudemos ver a fantástica escultura de David feita por Miguel Angelo, a Galeria Uffizi, o Palácio Piti, a Igreja de Santa Croce. Tudo num espaço relativamente pequeno. Uma imensidade de coisas e o tempo tão pouco. O mercado de S. Lorenzo, o café Gilli na Praça da República, o acariciar do javali em bronze na Praça do Mercado Novo, para que a vida seja um sucesso, tanta rua para palmilhar... Florença sem tempo é como sorver um gelado num minuto.
Na manhã seguinte seguimos para Roma. San Giminiagno, Sienna e Assis surgiram no caminho como paragens obrigatórias. A primeira pela beleza de uma aldeia medieval ainda quase no estado puro. as suas torres, a fonte, a cisterna. A segunda pela praça e a catedral. A terceira pela força que as paredes daqueles edifícos contêm. Um momento de pura reflexão...
Finalmente Roma. De noite a cidade parece ter mais alegria. A Fontana de Trevi e a Plaza Navona eram disso exemplo. O dia seguinte prometia.


Breves relatos de uma viagem III


Veneza - Florença

O dia nasceu luminoso e brando. O "vaporetto" rasgava as águas do Adriático num sobe e desce saboroso e embalador. Veneza surgia finalmente em todo o seu esplendor. A "Campanile" elevava-se para o céu azul como uma referência. A Basílica de S. Marcos esmagou-nos com a sua beleza e imponência. O painel de ouro foi outro dos momentos arripiantes pela sua imponência. Depois veio o palácio dos Doggia. Outro grande momento de grande encantamento e a passagem pela celebérrima ponte dos suspiros. A praça de S.Marcos em si constituía um palco para milhares de pessoas que naquela manhã quente gozavam da paisagem. Após o almoço um passeio pelas ruas, apinhadas de gente e lojas, de Veneza. A parte comercial evidenciava-se agora na profusão de montras onde tudo se vende. Ao final da tarde uma viagem de gôndola deu um toque de classe neste dia.
No dia seguinte bem cedo partimos para Florença. Parámos em Pádua onde visitámos a Basílica de Santo António. O mesmo santo que se comemora em Lisboa como casamenteiro. Pisa foi o local de almoço onde pudemos apreciar as belezas do Duomo e do Baptistério, como da inconfundível torre. Verdade seja dita esta torre está mesmo torta. Uma dúvida finalmente dissipada. Após a passagem por Lucca, chegámos a Florença.


Breves relatos de uma viagem II

Milão - Veneza

A espectativa da chegada à cidade que em tempos pertenceu aos Doggia, crescia a olhos vistos. O almoço na Plaza Duomo num daqueles fast-food americanos consistiu em hamburger e frango frito. Uma vez sem exemplo!
Pelo caminho para Veneza ficaram Desenzano e Sirmione, ambas povoações nas margens do lago Garda o maior de Itália, sendo que Sirmione surgiu como uma aldeia medieval muito bonita e bem estimada. Desenzano del Garda é apenas um lugar de veraneio com relativo interesse.

Chegados a Verona observou-se a varanda onde supostamente Romeu subiu para roubar um beijo à sua amada Julieta, num drama que Sheakespeare enfatizou e imortalizou. Na praça central a Arena Romana onde ainda agora se exibem imensos espectáculos.

Mestre seria o local de estadia nas noites seguintes.





Breves relatos de uma viagem I


Os textos que se irão seguir não pretendem ser um diário. Longe disso. Terão apenas a função de recordar alguns momentos vividos numa viagem que durou quase 9 dias.
Como tudo na vida comecemos pelo primeiro dia:

Lisboa -  Milão

Saímos de Portugal com atraso! Uma avaria na escada de acesso ao avião foi a razão. Em Milão aguardámos que o grupo vindo de diversas origens se juntasse. Tivemos de almoçar no aeroporto: pizza pela primeira vez!
Após chegada ao hotel lá fomos à procura das belezas da cidade. Porém uma chuva quase torrencial brindou-nos com a sua permanente presença. Resguardados debaixo de chapéus ainda assim não foi suficiente para nos impedir de ver o Castelo dos Sforza, o Duomo e o Victor Emmanuelle II (um centro comercial afamado).
Para o jantar lasanha e pizza. No dia seguinte foi a vez de visitarmos o La Scala, a celebérrima sala de espectáculos onde Maria Callas foi a raínha. Partimos ao principio da tarde para Veneza. O Carlos Henrique um jovem brasileiro acompanhado da mãe, surgiu como o centro das atenções, pela sua simpatia e jovialidade. Um exemplo de um rapaz com muita graça e boa disposição! À boa maneira do Brasil...



Regresso!

Cada vez que saio do país, mais sinto Portugal como o melhor lugar do mundo para se viver. Os outros locais terão mais história, mais belezas naturais ou patrimoniais mas não são melhor que nós.

Acabo de chegar de Itália. Um país carregado de história, daquelas que estudámos na escola, de belezas impressionantes através dos seus monumentos, mas notei sinceramente que lhes falta algo. Durante nove dias percorri a I
tália de norte a sul, de Milão a Nápoles, passando por locais como Veneza, Piza, Assis, Verona, Roma. Porém foi em Nápoles (cidade carregada de uma má reputação e que já ultrapassou fronteiras) que encontrei as pessoas mais simpáticas e mais disponíveis a ajudar o próximo. Curiosamente ou talvez não! Esta cidade pobre, suja e desarrumada serve turisticamente falando apenas de ponto de passagem para Roma ou então para Capri. Dai a forma atenciosa como fui "recebido" pelos napolitanos. Gente devota aos seus santos matêm um culto profundo.

A Itália transformou-se num hipermercado de turismo. Se alguém não gostar não importa, haverá mais uns milhares a quererem descobrir este mundo. Enquanto em Portugal tentamos naturalmente agradar ao turista que nos visita, mais não seja para ele não ter uma ideia errada de nós e desejamos que ele se sinta como em sua própria casa, na península da "bota" mediterranica ninguém faz um esforço por ser simpático ou amável.

Os italianos podem ter história, ser um dos mais industrializados países do mundo, mas falta-lhes humildade e simpatia. E estes predicados não se compram em nenhuma loja de "souvenirs", apenas se revelam nos actos e num sorriso, que aqueles não sabem exibir com ninguém.



Santos populares... Lisboa já não vai!



Não celebro na rua os santos populares.
- Fui um ano, à noite de Santo António e não me diverti mesmo nada. A memória que retenho é de uma noite barulhenta, caótica e algo angustiante, pois a multidão era tanta que de Alfama, nesses dias quero longe e distância...
Ouvi pela manhã que este ano, as celebrações de ontem à noite, foram mais frequentadas por turistas!
Fiquei então com pena de não ter ido!
Talvez não me tivessem empurrado, talvez me não tivessem assaltado, talvez tivesse comido uma ou duas sardinhas, que muito aprecio, em paz e com alguma higiene... talvez tivesse comprado um manjerico!
Mas como não sabia, fiquei em casa!
As sardinhas, comi-as ao almoço! Por acaso estavam mal assadas e sem sal.
Já nada tem o sabor de outros tempos! Até as sardinhas andam entregues a curiosos, como o resto do país.
É tudo para turista ver:
-“Very  very tipical”!

MIGRAÇÕES...





SOMOS ERRANTES E ERRÁTICOS....

NÃO ABRAÇAMOS O OCEANO, NEM NELE MERGULHAMOS.

PAIRAMOS POR AÍ: SEM ROTA NEM DESTINO!


CHEGAREMOS A ALGUM PORTO?
TALVEZ SIM, TALVEZ NÃO!

 NÃO NOS INTERESSA.
NÃO INTERESSA!

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