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Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Espaço de reflexões, opiniões e demais sensações!

Estórias e histórias... minhas

Todos nós temos nas nossas vidas momentos hilariantes que na altura nos deixam por vezes quase sem resposta ou reacção, mas que passado o momento acabamos por rir até mais não.

Um deles aconteceu-me há uns anos num daqueles dias de greve dos transportes. Eis a minha estória:

Nesse fim de tarde os comboios da Linha de Sintra faziam-se a conta-gotas. Por isso passei horas na fila até que tive hipótese de entrar numa carruagem.

Fui claramente empurrado pelos de fora para o corredor onde centenas de pessoas tentavam acomodar-se o melhor possível, tal era o aperto.

O comboio saiu com o costumado atraso… mas naquele momento o que realmente contava era que ia para casa. Estava de tal forma apertado que mal me conseguia mexer. A determinada altura uma das minhas mãos começou a ficar dormente. Assim tentei puxar o braço para cima. Eu estava de pé e à minha frente estava sentado um cavalheiro que aproveitando o balanço do comboio acabara por adormecer. O costume nos comboios.

Ora quando consegui desprender o braço, ao tentar tirá-lo do aperto toquei sem querer no passageiro adormecido. Este acordado do seu sono, começou a procurar algo nos bolsos e de repente, sem que eu percebesse porquê, mostra-me o passe.

Estupefacto nada disse, fiz conta que não percebia. Ao meu lado a minha mulher virou a cara para o lado para rir com vontade. A mesma vontade que eu sentia mas não o podia fazer, tal érea o embaraço. Entretanto o passageiro percebeu que eu não era o “pica” e recolheu a carteira.

Quando cheguei ao meu destino pude finalmente aliviar o riso tantos minutos evitado e ainda hoje, sempre que me lembro deste episódio, sobe-me um enorme sorriso.

Sempre presente!

Regresso a um tema que de quando em vez aqui vou lançando.  Venho falar de fé, de como esta é importante para mim no meu dia a dia, de como ela foi relevante em toda a minha vida mesmo que durante alguns anos... enfim!

A minha fé não se resume à forma como a religião católica vê Deus... é obviamente muito mais que isso.

Quando jovem afastei-me quase naturalmente da fé! Porque não era moda, porque os meus amigos também não a sentiam (e eu não podia ser diferente, não é?), porque não tinha provas evidentes, porque acima de tudo... eu era um idiota.

Deus deixou-me assim andar numa espécie de roda livre, gozando os dias, vivendo as noites, saboreando as iguarias, carpindo paixões jamais correspondidas.

Até que um dia o Senhor, lá na sua magnificência divina achou que era altura de eu acordar.

Não vale a pena desfiar aqui um rol de casos e acasos que fizeram com que um dia eu saísse de um certo marasmo. Percebi que não eram só meras coincidências... havia certamente algo que eu não entendia nem dominava.

Fui entretanto palmilhando os caminhos que a vida me foi deixando desbravar, alguns deles bem duros por sinal, certo de que algo me segurava na mão.

Se foi Deus ou a fé Nele que me fez aqui chegar jamais o saberei. Só sei que todos os dias tenho sinais de que Ele é muito mais do que eu consigo imaginar.

Estranha coincidência!

Durante esta semana tivemos a visita de Sua Alteza Real de Espanha, o Rei D. Filipe VI e da sua esposa Letícia.

Visitas, jantares e discursos, cortes de estradas e de estacionamento as cidades de Lisboa e Porto tiveram nos últimos dias de se "subjugarem" ao Rei.

Mas coincidência ou não, certo é que o monarca espanhol partiu ainda ontem de Portugal.

Será que a aproximação do dia 1 de Dezembro lhe fez lembrar alguma coisa?

Automóveis do futuro, condutores do passado!

Parece quase certo que o futuro dos automóveis vai trazer grandes alterações, sendo a mais evidente aquela de não ser necessário um condutor para que uma viatura nos leve a qualquer lado.

Se tecnicamente já é possível um carro andar sem condutor, a verdade é que a sociedade, da forma como está constituída, não se sente preparada para tal.

Dificilmente viaturas com e sem condutor conseguirão conviver na estrada de forma pacífica. Até porque a maioria dos condutores exibem de um tipo de condução mais ofensiva que defensiva. Ora numa mesma estrada dois veículos guiados por atitudes diferentes teriam algures de "chocar" nos interesses.

O futuro deverá obviamente passar por enormes mudanças na industria automóvel. Mas sinceramente não imagino ainda Portugal nem os condutores portugueses aceitarem de bom grado viajarem de carro sem poderem apitar ao condutor da frente.

 

 

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Também se faz!

Hoje ao fim da tarde...

Hoje quase ao final do dia fui devidamente requisitado para ir às compras a um desses grandes armazéns onde tudo se vende. Tudo? Bom... sejamos mais correctos quase tudo.

Mas enfim lá fui serenamente e enquanto as duas senhoras que me acompanhavam, foram ás suas compras, eu andei a passear pela imensa loja. Comecei pela parte informática onde não vi nada de muito apetecível, passei para os telemóveis, uma viagem até aos livros e dei uma espreitadela aos relógios de pulso.

Seguidamente subi uns andares e andei pelas roupas para homens em busca de uma gravata castanha que fosse distinta e não custasse mais que três dos meus ordenados.

Após tanta caminhada e ter visto tanta coisa engraçada percebi finalmente duas características que podem não ser muito importantes mas definem-me com algum rigor.

A primeira é que tenho muito bom gosto.

A segunda, e contrariando algumas opiniões, é que sou mesmo (muito!) pobre.

Nova ideia para o AO

O actual e aberrante AO continua na ordem do dia. Não obstante as Instituições públicas e não só, terem aceite e implementado o novo AO, sem que a sociedade civil tivesse totalmente aceite (já para não falar dos países lusófinos!!!), o que parece é que o tema voltou a ser falado para uma nova e justificada alteração. Não será uma revogação mas quase...

De forma assumida nunca aceitei este AO. A língua não se muda por razões políticas e muito menos por decreto ministerial. A língua é (ou deveria ser!!!) o primeiro factor de união de um país. Tudo o resto vem por acréscimo...

Portanto desde há uns anos que passei a escrever com erros. Mas assim continuarei até que alguém, com dois dedos de testa, consiga repôr a situação.

Parece que já esteve mais longe! A ver vamos...

 

Fidel Castro - a última figura histórica do séc. XX

Se houve algum político que angariou mais ódios e mais simpatias na segunda metade do século vinte, esse político foi sem dúvida Fidel Castro.

O Comandante, que derrubou o ditador Fulgencio Batista nos finais dos anos 50, faleceu ontem com a provecta idade de 90 anos.

Não obstante estar afastado da política activa por motivos de saúde havia alguns anos, Fidel Castro era ainda uma enorme referência para o mundo especialmente para os países apoiantes da Revolução Cubana.

Independentemente das acusações de ser um ditador implacável, Fidel colocou-se sempre numa posição de vítima perante o poderio Norte-Americano, contra o qual cerrou fileiras aliando-se essencialmente à extinta Cortina de Ferro, liderada na altura pela União Soviética.

Esta posição granjeou-lhe ainda mais inimigos e muitos embargos económicos que só recentemente foram retirados, pelo ainda presidente Obama.

Noaa finais dos anos 80 com a queda do Muro de Berlim e o desmembramento da hegemonia soviétiva, Cuba sofreu um duro golpe na sua economia. Mas mesmo assim foi sobrevivendo.

Durante o dia de hoje vi na televisão algumas reações à morte de Castro. Umas contentes por acharem que a liberdade e a democracia poderão regressar ao país, outros falando com pesar de um homem que foi, para muitos, um grande herói.

Uma coisa é certa, Fidel ficará para sempre ligado à história. Não só da sua ilha mas à história do Mundo!

Um Ruído... bom

Para quem é surdo como eu, há ruídos que incomodam de tal maneira que fujo deles o mais possível.

Só que na Blogosfera surgiu há pouco um novo Ruído. Ao invés dos outros, este não é sonoramente audível, mas faz muito ruído dentro de nós. É aquilo que se pode chamar um ruído... bom

A autora escreveu pouco, mas fá-lo com uma profundidade arrepiante. Gosto imenso da sua escrita

Recomendo a sua leitura.

Aqui!

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